Identidade visual: quando (e como) fazer evoluir o logótipo e a identidade gráfica
Logótipo desatualizado, suportes incoerentes, mudança de público: os sinais de que está na altura de fazer evoluir a sua identidade visual, e como conduzir o projeto sem perder notoriedade.
Por Léo Chuzel · Publicado a · 3 min de leitura
O seu logótipo foi desenhado na criação da empresa, por vezes por um familiar ou em poucas horas. Desde então, a sua atividade cresceu e os seus clientes mudaram, mas a sua imagem ficou igual. É preciso refazer tudo? Não necessariamente. Eis como saber se está na altura de fazer evoluir a sua identidade visual, e como proceder.
Identidade visual, logótipo, manual de normas: do que estamos a falar?
- O logótipo: o símbolo e a escrita do seu nome.
- O manual de normas gráficas: as regras de utilização do logótipo, as cores, as tipografias, o estilo das imagens e dos ícones.
- A identidade visual: o conjunto, aplicado a todos os seus suportes (site, redes sociais, cartões de visita, montra, veículos, embalagens).
Os sinais de que está na altura de agir
- A sua imagem já não reflete o seu nível: os seus preços e a sua qualidade evoluíram, a sua imagem ficou «de principiante».
- Os seus suportes são incoerentes: três versões do logótipo, cores diferentes no site e nas redes.
- O seu logótipo fica ilegível em tamanho pequeno: num telemóvel, como ícone de aplicação ou como foto de perfil.
- Está a mudar de público: visa empresas em vez de particulares, ou uma clientela mais de gama alta.
- Está a expandir-se: nova cidade, novo país, nova gama de produtos.
- É parecido com os seus concorrentes: mesmas cores, mesmos códigos, nenhuma razão para se lembrarem de si.
Evolução ou redesign completo?
Na maioria dos casos, basta uma evolução: mantém-se o que é reconhecido (uma cor, uma forma, o nome) e moderniza-se o resto. É menos arriscado para a sua notoriedade e muitas vezes menos dispendioso. O redesign completo justifica-se quando a identidade atual coloca um verdadeiro problema: confusão com um concorrente, imagem totalmente desfasada do seu posicionamento, mudança de nome.
Como decorre o projeto
- Diagnóstico: o que funciona, o que já não funciona, o que fazem os seus concorrentes.
- Posicionamento: a quem se dirige, o que quer que retenham de si, em poucas palavras.
- Pistas criativas: duas ou três direções diferentes, apresentadas em situação real (site, redes, montra).
- Desenvolvimento da pista escolhida: declinações do logótipo, cores, tipografias, estilo de imagens.
- Manual de normas: um documento simples que permite a todos os seus fornecedores aplicar a identidade corretamente.
- Implementação: site, redes sociais, assinatura de e-mail, documentos comerciais.
As armadilhas a evitar
- Escolher um logótipo isoladamente, sem pensar na sua utilização no site e nas redes.
- Seguir uma tendência do momento que estará datada daqui a dois anos.
- Multiplicar as opiniões internas até obter um compromisso sem carácter.
- Esquecer-se de recuperar os ficheiros-fonte e os direitos de utilização.
- Mudar de identidade sem avisar os seus clientes: explique a evolução, é uma oportunidade de comunicar.
Quanto custa?
O orçamento varia muito consoante a dimensão: uma evolução de logótipo e um manual simples não têm nada a ver com uma plataforma de marca completa para uma rede de agências. O mais importante é prever o orçamento ao mesmo tempo que o do site, para um resultado coerente.
O nosso acompanhamento
Conduzimos estes projetos com a Artcadia, o nosso estúdio de direção artística parceiro há mais de dez anos, e depois implementamos a nova identidade no seu site. Para as marcas que precisam de uma direção artística muito apurada, podemos também mobilizar um diretor artístico que trabalha para grandes casas. Descubra a nossa oferta de design UX/UI e identidade visual e leia também porque é que o design influencia as suas vendas.